quarta-feira, 2 de julho de 2008

UM BOMBOM INOFENSIVO?


O menino do interior, que estava de passagem na cidade grande com o pai, entrou na loja de conveniências do posto e pediu:

- Oh Moço, me vê um bombom?!
- Olha jovem, não posso te vender este bombom não.
- Mas por quê?
- Porque você é menor. São ordens da casa.

O menino, sem entender, não insistiu e foi pedir ao pai que os comprasse. O homem comprou os bombons para o filho e mais uns dois pra ele também, pois aparentavam estar apetitosos.

Em direção à saída da cidade - com seu automóvel gasto - discutiam sobre o ocorrido sem entender o porque de não se poder vender aquele bombom para um menor, quando avistaram uma “blitz” da polícia. O policial pede para o pai encostar o carro.

- Por gentileza, o senhor poderia encostar seu veículo para realizarmos o teste mais conhecido como “bafômetro” para verificarmos se o senhor encontra-se alcoolizado, conforme a nova lei?

O caipira, muito correto, não discordando das “otoridades”, assoprou o tal bafômetro e “Epa!”, deu positivo.

- O Senhor será multado por dirigir alcoolizado com base na prova do teste do bafômetro que indicou 0,2 g/l de álcool no seu sangue desrespeitando, assim, a nova lei.
- Mas moço, eu não bebi.
- Sinto muito, mas é o que consta.
O caipira revoltado propôs ao policial:

- Tudo bem seu “puliça”, vou provar pro senhor que eu não to bêbado, que esse troço aí ta mentindo. Dá uma assopradinha aqui.
O policial debochando, assoprou. Para a surpresa de todos o resultado deu positivo (e quanto a marcação do bafômetro, é melhor nem falar). A culpa era do frango na "cervejinha" que o policial comeu no almoço. Claro, a culpa era só do frango e de nada mais. Mas como é “otoridade” é melhor nem discutir.
O policial olhou o aparelho, chacoalhou com força e sentenciou:
- Está certo senhor, pode ir, essa porcaria está com defeito.

Um comentário:

daniel disse...

Que sacanagem, agora nem dá mais pra oferecer aquela "cervejinha" pra ser liberado durante uma blitz.