domingo, 10 de janeiro de 2010

A EMBRIAGUEZ


HÁ ALGO DE SANTIDADE, NA EMBRIAGUEZ

QUE NOS FAZ CALMOS.
HÁ ALGO DE POESIA, NA EMBRIAGUEZ
QUE NOS FAZ LEVES.
HÁ ALGO DE LOUCURA, NA EMBRIAGUEZ
QUE NOS FAZ LIVRES.
HÁ ALGO DE INGÊNUO, NA EMBRIAGUEZ
QUE NOS FAZ CRIANÇAS.
HÁ ALGO DE FILOSOFIA, NA EMBRIAGUEZ
QUE NOS FAZ SÁBIOS.
HÁ ALGO DE ESTÚPIDO, NA EMBRIAGUEZ
QUE NOS FAZ FORTES.
HÁ ALGO DE HIPRÓCRITA, NA EMBRIAGUEZ
QUE NOS FAZ VERDADEIROS.
HÁ ALGO DE TEATRO, NA EMBRIAGUEZ
QUE NOS FAZ ENGRAÇADOS.
HÁ ALGO DE PODRE, NA EMBRIAGUEZ
QUE NOS FAZ HAMLET.
HÁ ALGO DE MENTIRA, NA EMBRIAGUEZ
QUE NOS FAZ ALEGRES.

MAS PRINCIPAL E IMPRESCINDÍVELMENTE.
HÁ ALGO DE ÁLCOOL NA EMBRIAGUEZ
QUE NOS FAZ BÊBADOS.

(Autor desconhecido)

9 comentários:

Daniel Maia Silveira disse...

kkkkkkkkk
O cara que escreveu isso é um verdadeiro poeta!

mfc disse...

O pior é a ressaca!

Juliana Dias disse...

Poetíssimo!

Ju Fuzetto disse...

hahahahaha!

Gostei

abraço

Priscila disse...

Grande poeta ! haha' gostei :)

bjs

Leandrô/Lemão! disse...

Bom demais ficar bebabdo as vezes. Todo mundo precisa de uma válvula de escape, e quando se gosta da "amravada", porque não usá-la?

Abrass!

Lacobos disse...

Quem escreveu isso é um artista nato rsrsrs fueda!

Fernando Tadeu disse...

Sempre bêbado, seja de alcool, de estupides ou sensatez, a embreaguês que nos assola é a mesma que faz tornar real nossas histórias... Palavras de um eterno bêbado, que nunca ficou etilizado!

"É necessário estar sempre bêbado.
Tudo se reduz a isso; eis o único problema.
Para não sentirdes o horrível fardo do Tempo, que vos abate e vos faz pender para a terra, é preciso que vos embriagueis sem cessar.
Mas de quê? De vinho, de poesia ou de virtude, a vossa escolha.
Contanto que vos embriagueis.
E, se algumas vezes, nos degraus de um palácio, na verde relva de um fosso, na desolada solidão do vosso quarto, despertardes, com a embriaguez já atenuada ou desaparecida, perguntai ao vento, à onda, à estrela, ao pássaro, ao relógio, a tudo o que foge, a tudo o que geme, a tudo o que rola, a tudo o que canta, a tudo o que fala, perguntai-lhes que horas são; e o vento, e a vaga, e a estrela, e o pássaro, e o relógio, hão de vos responder: É hora de se embriagar!
Para não serdes os martirizados escravos do Tempo, embriagai-vos; embriagai-vos sem tréguas!
De vinho, de poesia ou de virtude, a vossa escolha".

(Baudelaire)

E como disse o Paulão da Velhas Virgens: "-eu nunca fiz amigo tomando leite"!

Carlitos disse...

Nunca fiz amigos bebendo leite também... mas fiz vaaaarios tomando breja. Pensando bem, a propria ceveja já é uma amiga... sempre disposta a nos consolar.